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Direito
         Unopar foi a que mais aprovou no exame da OAB
    De todos os aprovados na segunda fase do exame, 70% se formaram na Unopar

O curso de Direito da Unopar tem colecionado boas notícias. Entre as mais recentes está o resultado do último exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) / Seccional Londrina: 70% dos aprovados concluíram o bacharelado em Direito na Unopar. Dos 69 novos profissionais que passaram na 2ª fase do exame, realizado no dia 21 de dezembro, 49 são egressos da instituição - 39 do Campus Londrina e 10 do Campus Arapongas.
Com um corpo docente formado por juízes, promotores, procuradores da República, mestres e doutores, o curso existe desde 1998 nos campi de Londrina e Arapongas. O coordenador do Curso de Direito em Londrina, Ariovaldo Stroppa Garcia, lembra que de 2002 para cá (quando se formaram as primeiras turmas), a Unopar colocou no mercado aproximadamente 400 novos advogados. "Destes, cerca de 200 já passaram no exame da Ordem.
Um dos advogados aprovados no último exame é Rafael Balarotti, que concluiu o curso na Unopar em junho de 2003. "Tivemos bons professores. Isto foi fundamental para nossa formação e desempenho no exame". Atualmente Rafael se prepara para prestar concurso público.
Entre os aprovados na OAB também está Fabrícia Campi de Almeida, que diz ter sido influenciada pelas aulas de um dos professores na hora de escolher sua principal área de trabalho: "As aulas com o professor Lourival (José de Oliveira) eram excelentes, por isso acabei escolhendo Direito do Trabalho". Fabrícia acha, inclusive, que as informações transmitidas pelo professor a ajudaram na segunda fase do exame. "Mesmo sem ter feito estágio fora da universidade consegui passar", comemora. A mesma segurança foi sentida por Minda Kowodzeichak, outra egressa da Unopar aprovada no exame da Ordem: "Nenhum conteúdo abordado na prova deixou de ser trabalhado no curso. Portanto, nada do que estava ali era estranho para mim". Minda revela que o curso se constituiu numa agradável surpresa. "No começo fiquei na expectativa, pois sabia que o curso ainda era novo. Mas ganhei muito mais do que esperava. O curso é excelente."
Recentemente a OAB publicou uma lista, com ampla repercussão na mídia, dos cursos de Direito recomendados pela entidade. Apesar da comprovada qualidade e da aprovação por parte da Comissão de Ensino Jurídico da Ordem, o nome da Unopar não entrou na relação. O motivo é simples: pela metodologia utilizada pela OAB, foram objeto de análise apenas os cursos que têm pelo menos nove anos de funcionamento. Esse item excluiu da avaliação, portanto, os cursos implantados após 1995, como é o caso do Direito da Unopar. Independente do tempo de funcionamento do curso vale lembrar, porém, que durante o processo de reconhecimento, o curso foi submetido a rigorosa avaliação tanto por parte da Comissão de Ensino Jurídico do Conselho Federal da OAB quanto por parte do Ministério da Educação (MEC).
A visita da comissão designada pelo Conselho Federal da OAB aconteceu em maio de 2002. Com o relatório desta comissão em mãos, o Conselho Regional da Ordem, sediado em Curitiba, enviou seu parecer ao Conselho Federal, em Brasília. No mês seguinte, a Comissão de Ensino Jurídico da OAB opinou favoravelmente, e por unanimidade, ao pedido de reconhecimento dos cursos de Direito da Unopar.
Diante do parecer favorável da OAB, o MEC enviou sua própria comissão de avaliação à universidade, que emitiu notas máximas, definidas pelo conceito CMB (Condições Muito Boas), para organização didático-pedagógica e infra-estrutura; e o conceito CB (Condições Boas) para corpo docente. Assim, no dia 24 de dezembro de 2003, foi publicada no Diário Oficial portaria de reconhecimento dos cursos de Direito da Unopar em Londrina e Arapongas.


Prática acompanha teoria
A performance dos ex-alunos da Unopar em provas e concursos está diretamente ligada à qualidade do ensino oferecido no decorrer da graduação. Entre os diferenciais do curso está o Núcleo de Prática Jurídica (NPJ), que só em 2003 fez mais de 4,3 mil atendimentos à comunidade. Atualmente, são mais de 2 mil processos em andamento, com 426 alunos fazendo estágio. "Ao longo deste ano vamos manter ou até ampliar estes números", afirma o coordenador do NPJ, Adilson Vieira de Araújo.
Ele explica que as atividades desenvolvidas no Núcleo – criado em 2001 como exigência curricular por parte do Ministério da Educação – fazem com que o aluno perceba a importância dos ensinamentos em sala de aula. "É no NPJ que os futuros advogados têm a oportunidade de trabalhar teoria e prática. Aqui eles aprendem a partir de casos reais. Não se trata de simulação", argumenta o professor.
Uma vez por ano o curso também promove uma semana de audiências simuladas e outra de júris simulados, com o objetivo de ajudar o aluno a se familiarizar com situações que enfrentará nos tribunais. Além disso, os alunos acompanham as audiências e júris referentes aos casos atendidos no Núcleo.
Uma novidade do NPJ este ano deverá ser a ampliação do atendimento junto à comunidade. Segundo o professor Adilson, em breve será colocado em prática um projeto específico com a terceira idade no bairro União da Vitória (zona sul de Londrina), onde serão feitos atendimentos relacionados a assuntos como cidadania, direito previdenciário e aposentadoria. Paralelamente ao atendimento no União da Vitória, será dado prosseguimento ao projeto desenvolvido no Jardim Franciscato, quinzenalmente, aos sábados.
Os atendimentos nos bairros são feitos pelos alunos dos 4º e 5º anos, sempre com a supervisão de um professor de Direito e um de Sociologia.
O coordenador do curso de Direito, professor Ariovaldo Stroppa Garcia, explica que outro projeto destinado a proporcionar o máximo de informação ao aluno é a Semana Jurídica, programada para o segundo semestre. Mais uma vez o evento deverá trazer os mais importantes temas para discussões na universidade.
O professor destaca ainda a realização do curso de extensão universitária sobre as inovações do Novo Código Civil. O curso é ministrado aos sábados, com o professor Nely Lopes Casali, para alunos de 4º e 5º anos, que ingressaram nos anos de 98 e 99 e, portanto, tiveram aulas baseadas no código antigo.
"Criamos o curso para que o aluno saia melhor preparado e mais seguro em uma das mais importantes disciplinas do Direito", afirma o professor Stroppa.


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Prof. Ariovaldo Stroppa Garcia
Coordenador do curso de Direito




Prof. adilson Vieira de Araújo, coordenador do NPJ