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Se a Seleção Brasileira de Ginástica Rítmica Desportiva (GRD) quiser ser a representante do continente americano nos Jogos
Olímpicos de Sidney, no ano 2000, ou estar entre as oito melhores equipes do mundo, ela terá que vencer nos Jogos Pan-Americano, que acontece de 06 a 08 de agosto, em Winnipeg, Canadá, além de ter que conquistar uma ótima colocação
no Mundial de Osaka, que acontece no Japão em setembro. No Pam-Americano, o Brasil compete com as seleções do Canadá, Estados Unidos, Cuba e da Argentina. As ginastas brasileiras estão treinando em ritmo intenso no Ginásio
de Esportes da Universidade Norte do Paraná (UNOPAR) de Londrina. São da equipe da UNOPAR a técnica da seleção brasileira, Bárbara Laffranchi, e as principais ginastas da equipe. Durante a Copa IV Continentes de GRD, no
mês passado, em Jacksonwille, nos Estados Unidos, a seleção brasileira surpreendeu a comissão técnica e o público. A coreografia criada pela técnica da seleção, Bárbara Laffranchi, foi considerada uma das melhores do mundo. As
ginastas levaram às quadras daquele país o gingado brasileiro como o samba e o maracatu associadas ao jogo de capoeira. A equipe brasileira é formada pelas ginastas londrinenses Dayane Camilo, 21 anos,
Camila Ferezin, 21, e Alessandra Ferezin, 22. As outras seis ginastas vieram de diferentes Estados. São as paulistas Michele Salzano, 15, e Aline Gomes, 15, a capixaba Juliana Coradini, 16, a catarinense Cristiane
Kessler, 15, além de Flávia Faria, 17, e Angela Rebelo, 19, ambas de Brasília . |